O Dodecaedro pentakis é um sólido de Catalan. E o que é que isso tem a ver com este blog? Absolutamente nada e ao mesmo tempo tudo! Confuso? Talvez... afinal a vida é repleta de faces, tal como qualquer poliedro!
Comemoram-se hoje 40 anos que o Homem chegou à Lua... Vale a pena dar uma espreitadela na página da NASA e acompanhar as comemorações! Basta clicar aqui. Bons vôos...
Este sábado lá fui fazer a minha 'peregrinação' ao Super Bock Super Rock, algo que começou em 2005, e tudo graças ao meu grande amigo Joaquim Pedro, mais conhecido por Quimpé! Este ano decidiram meter 'a Super Bock numa mini' e realizou-se no Estádio do Belenenses, no Restelo (já tinham feito o mesmo no Estádio do Dragão, no Porto). É claro que estava 'à pinha', o que dava um ar mais composto, mas fiquei com saudades do Parque Tejo Trancão. Parece que já têm um projecto urbanístico para aquele espaço e já não estava disponível para o evento. Cheguei por volta das 19H00, já com a miúda da Super Bock a actuar, ou seja, Brandi Carlile. E que energia! Simplesmente fantástica esta miúda de 28 anos, nascida em Ravensdale, no estado de Washington.
Já a banda indie sueca Mando Diao é algo para ouvir de novo... mas um pouco estranha! Pela noite dentro, a galesa Duffy cantou e encantou o público com o seu Mercy!
E para encerrar a noite em grande, os californianos The Killers deixaram o estádio aos saltos mas baralhados com um bis de um dos seus temas (acho que o gajo se enganou e começou a cantar a mesma!), mas também ninguém se importou...
Enfim, uma noite agradável, com excelente companhia, mas com saudades daquele espaço enorme junto ao Tejo!
Algumas notas negativas: O tempo de espera para se conseguir comer alguma coisa; Os 'espertos' que 'furam as filas' para chegar primeiro ao balcão; Os 'mijões' que utilizam as paredes do estádio para 'devolver a cerveja'; E onde estava o espaço VIP da Super Bock? Não o encontrei!
Não é nada relacionado com a empresa com o mesmo nome, mas tão somente uma singela homenagem e o devido tributo que aqui deixo ao par de botas que me acompanhou durante cerca de 7 anos por diversos caminhos e trilhos (também da vida!). Tudo começou em 2002, em Kodiak, no Alasca, onde as adquiri, e esta relação de proximidade e cumplicidade foi ganhando 'corpo' e confiança. Hoje apresentam já um aspecto gasto e cansado, mas não esqueço os trilhos de Kandersteg, na Suíça, ou os caminhos no sul da Suécia, o gelo no Quebec e tantos e tantos quilómetros percorridos! As 'Fadded Glory' cmupriram a sua função! Que as próximas me levem longe...